Direitos da Mulher:
"Tudo o que vemos no mundo é produto do trabalho criativo da mulher".
Com fé convicta na importância das mulheres na sociedade, Ataturk empreendeu muitas mudanças para conceder à mulher turca direitos e oportunidades iguais.
O novo código civil, adotado em 1926, aboliu a poligamia e reconheceu o direito da mulher no divórcio, na custódia e em heranças.
O sistema educacional inteiro, da escola à universidade tornou-se co-educacional.
Ataturk enfatizou a importância do apoio recebido pelas mulheres na luta para a liberação nacional: "na sociedade turca, as mulheres não devem ser inferiores aos homens, na ciência, na vida escolar e na cultura. Talvez, elas venham a se sobressair mais do que eles". Ele deu as mulheres as mesmas oportunidades dadas aos homens, incluindo plenos direitos políticos.
Nos idos de 1930, 18 mulheres, entre elas uma aldeã, foram eleitas ao parlamento nacional.
Mais tarde, a Turquia foi o primeiro país do mundo a ter uma mulher fazendo parte da corte suprema.
Em todos os setores, a Turquia de Ataturk possibilitou a milhares de mulheres uma educação de primeiro nível. Elas participam da vida nacional como médicas, advogadas, engenheiras, professoras, escritoras, administradoras, executivas e artistas criativas.
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